quinta-feira, 30 de agosto de 2007

The Secret

Hoje, na verdade agora pouco, estava eu assistindo The Secret, a nova descoberta do mundo, o segredo que estava "enterrado" a milênios (reza a lenda que desde que, ou até antes mesmo, de Jesus já havia). Bem, eu aconselho a todos que assistam o filme, ou leiam o livro (este já não sei, pois não li, mas creio que seja a mesma coisa, ou similar), com certeza se você possuir uma "cabeça pensante" você entenderá a mensagem oculta no filme.
Agora voltando-se ao tema principal do filme, o pensamento positivo e suas consequências, obviamente é algo indispensável em nossa vida, pois pensamos e logo agimos conforme. Se o nosso pensamento é agressivo, há uma grande probabilidade de agirmos ou tencionarmos nossos músculos de forma agressiva, se pensarmos em cosas alegres, temos uma tendência em sorrirmos, e assim por diante, as perceba que em todas as ocasiões, nos pensamos e agimos, não simplesmente pensamos coisas boas, mas sim procuramos almejar elas, procuramos uma forma de termos ela conosco.
As leis do universo, por mais grandiosas e mirabolantes elas pareçam, - para nós leigos da astronomia - , não somos autorizados a utilizá-las no nosso dia-a-dia, assim mesmo com a física quântica, que só por ser surpreendentemente incrível e inimaginável, tentamos fazer uma teoria ou alguma coisa que tenha elas em relação. Bem, o ponto em que queria chegar é que nada que façamos no mundo, no nosso mundo do dia-a-dia, altere as leis do universo (grandioso) e faça coisas acontecerem de bom pra nós, só por que tivemos um pensamento positivo por 1 ano, ISSO NÃO IRÁ ACONTECER! O que irá acontecer é que iremos trabalhar, iremos lutar, e procurar maneiras de atingirmos este nosso objetivo que foi proposto com o nosso pensamento positivo.
É um bom filme para assistir e refletir sobre os nossos pensamentos cotidianos relativos aos nossos atos e alheios. Embora tentar evitar os pensamentos de competição em nossa sociedade, para não dizer no mundo, é muito complicado, pois essa é feita, programada para a competição. Mas isso é outra história...

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Mais um dia e...

Algumas frases, e "questionamentos filosóficos simples", que "deduzi" desta nossa vida. Não é mentira, mas também não é a mais pura verdade.

"Por que não sermos quem somos, e sermos quem não somos?"

"Quem será mais eu quando não sou eu quem sou?"

"Deseje ser somente aquele quem você realmente é, sem ser o que os outros pensam que são."

quarta-feira, 23 de maio de 2007

E se um dia...

... Nós nos deparássemos em um vilarejo aonde nada possui nome, nada é rotulado, tudo simplesmente É, será que conseguiríamos viver, sem precisar dizer nomes, simplesmente usá-las, saber o seu significado, mas não precisar nomeá-las?
Em meu ponto de vista, seria algo impossível para alguém como nós que nomeamos até seres microscópicos. Teríamos que nascer neste lugar, só assim aprenderíamos um novo modo de ver o mundo, sem preconceitos, o mundo seria algo com modelagens múltiplas, quando cada um enchergaría de um modo "igual", porém com pensamentos diferentes e únicos.

Por que nao deixamos nossos preconceitos de lado e vivemos uma vida "sem rótulos"?
Os preconceitos atrapalham, em tudo, seja na rua, em festas, no dia-a-dia, no trabalho, só fazem com que tenhamos uma vida mais árdua, mais complicada, pois sempre tentamos fugir deles, mas não conseguimos, eles nos rodeiam!
Um copo d'água, uma abóbora, uma bola, tudo é formado de conceitos que são elaborados por nós mesmos, ou que são impostos pela nossa cultura, até antes de conhecermos as tais coisas, ou até mesmo antes de saber o que é um conceito.
Isso se aplica quando vemos uma pessoa e antes de trocar uma palavra, já a rotulamos de algo que tenhamos pensado só no fato de a visualizar. E, que nao maioria das vezes, é errada, e também sem fundamentos.
POR QUE NÃO DEIXAMOS DE LADO OS NOSSOS PRECONCEITOS E VIVEMOS NOSSA VIDA SEM RÓTULOS?

... Por isso sou verdadeiro

Olá pessoal!
Estou começando hoje, mais um blog nessa internet, que vai abordar idéias, quem sabe todas elas fresquinhas da caixola, ou já antes pensadas por mim, porém não publicadas.
Antes de começar, gostaria de me apresentar, meu nome é Óreon Souza, moro em Porto Alegre e faço o curso de Psicologia na PUCRS. Estou iniciando, e já estou cheio de idéias. Pretendo neste blog, publicar minhas idéias, pensamentos, e tudo mais que me vier a cabeça, sempre com o intuito de provocar discussões, ou conversas.

Paremos de enrrolar, e vamos ao assunto. Aqui, estou publicando o que escrevi lá por maio deste ano, mas nao esta completo, ainda falta algo. Então ai vai...

É complicado falar em religião, sem ter um mínimo de imparcialidade, não deixar que as crenças influam nos argumentos a serem expostos, por isso devemos estar abertos a novos horizontes religiosos. Mesmo sendo um mundo “mente aberta”, há muita repressão, somos reprimidas até mesmo aonde achamos que somos mais libertos, na escolha religiosa ou até mesmo quando se trata do assunto sexo.
Não se trata das Cruzadas, ou de outro fato histórico passado. Trata-se até que ponto as religiões são capazes de persuadir o “fiel” para aderir, ou repudiar tal crença.
Claro que a maioria das religiões cristas, repudiam se uma as outras, é natural.
Imaginam-se que troquemos os termos usados, e usemos como a Igreja sendo uma empresa, seria assim:
· Fiel seria cliente; seria uma forma melhor de representar o que REALMENTE é.
· Igreja seria a empresa; auto-explicatório, o primeiro justifica o segundo.
· Deus, ou o ser supremo da crença, seria o; agora pode alguém me criticar, reforço, estou tentando ser realista e imparcial, e é o que desejam que os clientes, fiéis no caso, creiam, ou comprem.
Ok, sabemos o básico, e também que só o básico não basta, há muito mais do que estes três termos, o restante seria praticamente irrelevante, e não cabe a mim citá-los. Por que fiz esta classificação? Para sermos menos parciais, e sairmos da religião, e percebemos como ocorre o processo de recrutamento, que não passa um jogo de market boca-a-boca.
Assim que freqüentamos uma igreja, nos são apresentadas o propósito, os benefícios – estes sempre são muitos - ,o porquê de não escolhermos outra, o produto, os rituais, e tudo o que PRECISAMOS saber. O que não precisamos saber, que seria o porquê daquela linha de pensamento, como foi criada, por quem e qual o contexto que foi criada, muitas vezes não nos são apresentadas, algumas dessas informações nós podemos adquirir através do raciocínio e de certos pontos que nos são apresentados, porém há muitas delas que não podemos saber, pois assim, abalariam a estrutura e os princípios da crença, e de outros pontos, seria quase que os bastidores, essas informações que não podemos ter acesso.
O que não sabemos de uma igreja, é o que sabemos de outra, por exemplo, como surgiu. Então nesse ponto é que entra a disputa, elas usam golpes baixos de psicologia e persuasão, cada um com suas armas, sejam elas mais discretas, ou não assim o mundo que pensa em seguir uma religião, vai se fragmentando, excluindo e perdendo oportunidades de conhecimento do Universo.
Um exemplo dessa perda, seria nós voltarmos uns 600 ou 700 anos, e vermos o que era a religião católica, uma religião extremamente fechada aos princípios científicos (por quê?!), pois estes poderiam ferir e fazer com que a religião começasse parar de trazer as respostas aos seus fiéis, e sim perder espaço e ter que procurar “remendar” aonde havia falhas em seus princípios, agora, adivinhe o que ocorreu?
A igreja percebeu que não era somente um cientista que provava algo que realmente era, e é verdade, como o fato da Terra não ser o centro do Universo; agora nem voltando muito tempo, vamos para Darwin, que propôs a Teoria da evolução das espécies, um fato totalmente oposto a verdade imposta pela igreja, agora em fatos mais recentes, a Teoria do BigBang, tudo contradiz À igreja católica, e ela,hoje chega ignorar e tentar reprimir, hoje não há mais um domínio rigoroso e garantido.Tambm não podemos negar que o catolicismo fez um grande papel no desenvolvimento das artes, e em algumas ciências também. Para manter seus fiéis ela foi se renovando conforme o tempo, se atualizando e procurando respostas para as quais não havia, então para não confundir a cabeça do fiel, elas eram pouco a pouco infiltradas na mente deles pouco a pouco nas missas. As pesquisas e tudo o que fez do catolicismo uma grande religião foi adquirido grande parte quando era “vendido um lugar no céu” para os ricos no feudalismo.
Querendo ou não estamos rumando para uma nova era de pensamento, um pensamento quem sabe sem Deus, ou melhor, sem aquele que criou o mundo em 7 dias, mas um outro que vive, e nos alimenta de esperanças, um Deus próprio de cada pessoa, poderíamos chamar isso de algum outro nome, mas por que não continuar chamar de Deus?
Poderíamos classificar Deus como um estado psicológico consciente, que faz uma ligação com o inconsciente para poder alcançar aquilo que tanto se anseia, em outros casos poderíamos chamar de esperança, determinação, ou mesmo fé, que seria a fusão dos dois anteriores.

.........


Espero que tenham gostado, se puderem me corrijam ou complementem, critiquem, mas deixem seus comentários.

Abraço a todos!